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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O governo acabou

Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa

*Marco Antonio Villa
O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo se arrasta como um jogador de futebol, em fim de carreira, aos 40 minutos do segundo tempo, em uma tarde ensolarada.
Apesar do fracasso — e as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma pálida gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado.
A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores.
É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou.
Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário.
Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada.
Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições.
A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba.
Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos.
O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões?
No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo: a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico.

Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica. Haja agonia. (*Marco Antonio Villa é historiador)

A HORA DA SAIDEIRA

Na semana passada, li um artigo do professor Marco Antonio Villa, que não conheço pessoalmente, mostrando, em última análise, como a era Lula está passando, ou até já passou quase inteiramente, o que talvez venha a ser sublinhado pelos resultados das eleições. Achei-o muito oportuno e necessário, porque mostra algo que muita gente, inclusive os políticos não comprometidos diretamente com o ex-presidente, já está observando há algum tempo, mas ainda não juntou todos os indícios, nem traçou o panorama completo.
O PT que nós conhecíamos, de princípios definidos constituindo uma identidade clara, acabou de desaparecer depois da primeira posse do ex-presidente. Hoje sua identidade é a mesma de qualquer dos outros  declamando objetivos vagos e fáceis, tais como “vamos cuidar da população carente”, “investiremos em saneamento básico e saúde”, “levaremos educação a todos os brasileiros” e outras banalidades genéricas, com as quais todo mundo concorda sem nem pensar.
No terreno prático, a luta não é pelo bem público, nem para efetivamente mudar coisa alguma, mas para chegar ao poder pelo poder, não importando se com isso se incorre em traição a ideais antes apregoados com fervor e se celebram acordos interesseiros e indecentes.
A famosa governabilidade levou o PT, capitaneado por seu líder, a alianças, acordos e práticas veementemente condenadas e denunciadas por ele, antes de chegar ao poder. O “todo mundo faz” passou a ser explicação e justificativa para atos ilegítimos, ilegais ou indecorosos.
O presidente, à testa de uma votação consagradora, não trouxe consigo a vontade de verdadeiramente realizar as reformas de que todos sabemos que o Brasil precisa — e o PT ostentava saber mais do que ninguém.
No entanto, cadê reforma tributária, reforma política, reforma administrativa, cadê as antigas reformas de base, enfim? O ex-presidente não foi levado ao poder por uma revolução, mas num contexto democrático e teria de vencer sérios obstáculos para a consecução dessas reformas.
Mas tais obstáculos sempre existem para quem pretende mudanças e, afinal, foi para isso que muitos de seus eleitores votaram nele.
O resultado logo se fez ver. Extinguiu-se a chama do PT, sobrou o lulismo. Mas que é o lulismo? A que corpo de ideias aderem aqueles que abraçam o lulismo? Que valores prezam, que pretendem para o país, que programa ou filosofia de governo abraçam, que bandeiras desfraldam além do Bolsa Família (de cujo crescimento em número de beneficiados os governantes petistas se gabam, quando o lógico seria que se envergonhassem, pois esse número devia diminuir e não aumentar, se bolsa família realmente resolvesse alguma coisa) e de outras ações pontuais e quase de improviso?
É forçoso concluir que o lulismo não tem conteúdo, não é nada além do permanente empenho em manter o ex-presidente numa posição de poder e influência. O lulismo é Lula, o que ele fizer, o que quiser, o que preferir.
Isso não se sustenta, a não ser num regime totalitário ou de culto à personalidade semirreligioso. No momento em que o ex-presidente não for mais percebido como detentor de uma boa chave para posições de prestígio, seu abandono será crescente, pois nem mesmo implica renegar princípios ou ideais. Ele agora é político de um partido como qualquer outro e, se deixou alguma marca na vida política brasileira, esta terá sido, essencialmente, a tal “visão pragmática”, que na verdade consiste em fazer praticamente qualquer negócio para se sustentar no poder e que ele levou a extremos, principalmente considerando as longínquas raízes do PT. Para não falar nas consequências do mensalão, cujo desenrolar ainda pode revelar muitas surpresas.
O lulismo, não o hoje desfigurado petismo, tem reagido, é natural. Os muitos que ainda se beneficiam dele obviamente não querem abdicar do que conquistaram. Mas encontram dificuldades em admitir que sua motivação é essa, fica meio chato. E não vêm obtendo muito êxito em seus esforços, porque apoiar o lulismo significa não apoiar nada, a não ser o próprio Lula e seu projeto pessoal de continuar mandando e, juntamente com seu círculo de acólitos, fazendo o que estiver de acordo com esse projeto.
Chegam mesmo à esquisita alegação de que há um golpe em andamento, como se alguém estivesse sugerindo a deposição da presidente Dilma. Que golpe? Um processo legítimo, conduzido dentro dos limites institucionais?
Então foi golpe o impeachment de Collor e haverá golpe sempre que um governante for legitimamente cassado? Os alarmes de golpe, parecendo tirados de um jornal de trinta ou quarenta anos atrás, são um pseudoargumento patético e até suspeito, mesmo porque o ex-presidente não está ocupando nenhum cargo público.
É triste sair do poder, como se infere da resistência renhida, obstinada e muitas vezes melancólica que seus ocupantes opõem a deixar de exercê-lo. O poder político não é conferido por resultados de pesquisas de popularidade; deve-se, em nosso caso presente, aos resultados de eleições.

O lulismo talvez acredite possuir alguma substância, mas os acontecimentos terminarão por evidenciar o oposto dessa presunção voluntarista. Trata-se apenas de um homem — e de um homem cujas prioridades parecem encerrar-se nele mesmo. (João Ubaldo Ribeiro - 1° de outubro de 2012)

Fluminense 4X0 Sport “O leão milagreiro ressuscitou até Fred”

domingo, 24 de agosto de 2014

Homem é assassinado a tiros dentro de lavanderia em Canhotinho

Um homem de 28 anos foi assassinado neste sábado (23) no Distrito de Paquevira, em Canhotinho, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil, a vítima estava em uma lavanderia conversando com dois irmãos quando duas pessoas chegaram em uma moto e efetuaram os disparos.

Ainda segundo a polícia, a vítima morreu no local. Os irmãos conseguiram fugir e não foram atingidos. A Polícia Civil está investigando o motivo e a autoria do crime. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) em Caruaru, no Agreste. (G1Caruaru)

Noivos morrem após capotamento na BR-232 em Bezerros

Um casal morreu em um acidente na noite deste sábado (23) no quilômetro 105 da BR-232, em Bezerros, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as vítimas voltavam de uma festa com mais dois casais em um carro de passeio quando a motorista teria perdido o controle do veículo, que capotou várias vezes.
Ainda segundo a PRF, o homem - de 31 anos - morreu no lugar e a mulher - de 26 anos - foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho de um hospital local. Eles eram passageiros do veículo e estavam sem o cinto de segurança. A motorista foi submetida ao teste do bafômetro e foi constatado que ela não havia ingerido bebida alcoólica.

Testemunhas informaram à polícia que o casal havia noivado há menos de dez dias. Os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML) em Caruaru, no Agreste. (G1Caruaru)

OPINIÃO: A crise hídrica em São Paulo

Contra fatos não há argumentos. O que acontece atualmente com relação ao desabastecimento de água em São Paulo se enquadra na retórica de que uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade.
O governo paulista insiste em negar que se as obras necessárias tivessem sido realizadas poderia ser menos dramática a atual situação. E insiste ainda em responsabilizar São Pedro pelo caos evidente. A culpa não é da seca! A seca é parte do problema, pois desde sempre se soube que ela poderia vir.
Os gestores públicos também negam que existe racionamento, afirmando que o abastecimento de água está garantido até março de 2015, apesar de, na prática, o racionamento existir oficialmente em dezenas de municípios.
Em visita ao interior de São Paulo, no inicio de agosto, pude constatar uma situação que ainda não tinha me dado conta. A gravidade da crise hídrica atinge não apenas a região metropolitana da capital, como a imprensa dá a entender ao enfatizar o colapso do sistema Cantareira, mas atinge todo o Estado mais rico da União.
Dos 645 municípios paulistas, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo) é responsável por fornecer água a 364, quem somam um total de 27,7 milhões de pessoas. Nos outros 281 municípios (não abastecidos pela Companhia), o abastecimento de água a 16 milhões de pessoas fica a cargo das próprias prefeituras ou de empresas por elas contratadas.
Se, por um lado, a companhia estadual de abastecimento nega haver adotado rodízio de água em qualquer um dos municípios atendidos por ela, inclusive na capital, tal afirmação é logo desmentida pelos usuários que relatam interrupções no abastecimento, principalmente à noite.
Nos municípios não atendidos pela Sabesp, medidas restritivas estão sendo tomadas por centenas de empresas e gestores locais devido à crise. Em Guarulhos, na grande São Paulo, o abastecimento de 1,3 milhões de moradores é atendido por um serviço municipal, o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), e seus moradores passam sem água um em cada dois dias.   
 Em 18 municípios, cerca de 2,1 milhões de pessoas estão submetidas ao racionamento oficial no estado de São Paulo, correspondendo a 5% da população total, segundo levantamento do jornal Folha de São Paulo (11/Ago). Além do racionamento, medidas de incentivo à economia de água têm sido adotadas, indo desde multas para reprimir o desperdício a campanhas com rifas de carro e TV para quem poupar e reduzir o consumo voluntariamente.
 O que chama a atenção de todos, além da dimensão estadual da crise hídrica em São Paulo, é a insistência dos gestores em negar a existência do racionamento na área de atuação da Sabesp – mesmo contestados pelos moradores, que sofrem na prática com o rodízio provocado pela companhia, com cortes crescentes no fornecimento de água.
 A contrapartida do poder é a ação responsável. E o governo paulista tem se mostrado irresponsável com o seu povo, além de incompetente e medíocre para resolver questões básicas para a sua população. É hora de assumir a gravidade da situação e dos erros cometidos, e, naturalmente, fazer as obras urgentes e necessárias para garantir o fornecimento seguro deste bem fundamental à vida.
 Chega de hipocrisia, chega de culpar São Pedro que não pode se defender. (Heitor Scalambrini Costa - Professor da Universidade Federal de Pernambuco)

sábado, 23 de agosto de 2014

MARINA VAI GANHAR - É A ESQUERDA NOVAMENTE NO PODER

*Professor Rafael Pereira
Pelo andar da carruagem Marina vai ganhar. É à esquerda novamente no poder, ainda com tonalidades, digamos, messiânicas. Nada de novo, diante da ascensão de Lula. A questão é se Marina representa uma, digamos, esquerda renovada. Se tiver juízo, e for bem assessorada pelo excelente Eduardo Gianetti da Fonseca, e trazer para o governo os melhores quadros do país que pertencem ao PSDB, pode fazer um bom governo. Por que não? E ainda tem o Roberto Freire, o político de esquerda mais injustiçado pela própria esquerda, sobretudo a cleptocrática, petista.
Marina fez bem em acalmar os mercados com a manutenção do chamado tripé econômico, ou seja, câmbio flutuante, controle fiscal e combate à inflação. Faz besteira em ter preconceito contra partidos como o PSDB, o qual pode ajudar numa nova aliança que dê sustentação parlamentar ao governo. Além dos quadros, que são os melhores do país. Afinal só dois presidentes tentaram governar sozinhos. Jânio Quadros, que provavelmente, como disse certa vez Paulo Francis, nos seus delírios autoritários etílicos, renunciou. E Collor, que foi defenestrado pelo congresso e pela agitação petista. Hoje, lambe os pés do PT, provando que sempre foi mesmo um crápula.
O bom de tudo isso, é a derrocada da cambada de larápios petistas. Muitos, como o próprio Lula e família enricaram. Neste terreno Marina deve dar lições a essa gente. E desmontar o aparelhamento do estado reformando-o. Será que ela teria a coragem? Primeiro tem que segurar a economia, e o tripé de sustentação econômica que não é uma questão ideológica, como bem frisou Gabeira em um dos seus excelentes e diversos artigos, TODOS publicados aqui neste blog. Vamos esperar os acontecimentos, ou seja, a nova pesquisa que sai terça-feira, desta vez do IBOPE.

CAMPANHA FRIA PARA DEPUTADO

Nunca vi uma campanha tão fria, sobretudo em relação à votação nos candidatos a deputado. Seja estadual ou federal. Bem feito. Afinal o atual congresso foi um dos mais medíocres da história republicana do país. E os atuais candidatos também não empolgam. Está difícil arranjar candidatos para votar. Uma das armas é o voto nulo. Tá ruim! (*Professor Rafael Brasil Pereira)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

21.08.14 - DAQUI À POUCO, ÀS 19 HORAS, REPRISES DAS EDIÇÕES DO PROGRAMA COMBATE DE HOJE, NA RADIO WEB SAUDADE - WWW.RADIOSAUDADENAWEB.COM.BR - OU ENTÃO, CLIQUE NA LOGOMARCA DA RÁDIO.

Idoso é preso por induzir uma jovem ao aborto em Cumaru, segundo polícia

Um comerciante de 65 anos foi preso e autuado em flagrante pelos crimes de tentativa e de indução ao aborto em Cumaru, no Agreste pernambucano, nesta quinta-feira (21). Ele é suspeito de pressionar psicologicamente uma jovem de 18 anos a abortar o filho, além de oferecer pílulas abortivas. As informações são da Polícia Civil, segundo a qual o idoso abusaria da garota desde que ela tinha 13 anos de idade.
A polícia investiga cerca de dez abusos a menores que o homem teria praticado; no entanto, até o momento, somente aquela vítima confirmou as ações. Sobre este caso, testemunhas e o médico que acompanha a grávida prestaram depoimento à polícia. Familiares comunicaram não saber dos abusos que a menina sofreu.
A defesa acompanhou o suspeito na delegacia e eles negaram o envolvimento. Porém, como houve o flagrante e o crime não é afiançável, o idoso ficará à disposição da Justiça no Presídio Doutor Ênio Pessoa Guerra, em Limoeiro, também no Agreste, segundo a Polícia Civil. Ele também é investigado por outros crimes naquele município.
Denúncias
Quem tiver informações ou se sentir vítima deste ou de outros crimes praticados pelo suspeito pode ligar para a Polícia Civil em Cumaru, pelo número (81) 3644-1804, ou para o Disque-Denúncia Agreste pelo (81) 3719-4545. (G1Caruaru)

Prezado Pereira Filho: Li a carta do Médico Sulista a presidenta Dilma. Respondi-o , não sei se você teria interesse em publicar no Blog. Um abraço: Augusto Souto - P.S. Estou encaminhando o texto com minhas observações(em vermelho).

Permita-me a apresentação: na minha opinião, eu sou um médico; na tua, um “trabalhador da saúde”. Na minha opinião, medicina é cuidar de pessoas doentes, na tua é fazer “transformação social”.Eu penso em salvar vidas, a senhora pensa em ganhar votos. Este “cidadão” está referindo-se ao Mais Médicos. Programa criticado por muitos “vampiros” que só queriam sugar o dinheiro do Estado e não aparecer nos Postos de Saúde e outros que queriam distância e jamais trabalhariam nas localidades que fazem parte do Programa. Hoje o Programa é uma realidade e os “críticos” calaram-se.
 Como podemos ver, a senhora e eu, não temos muito em comum à primeira vista, mas existem na minha vida alguns fatos que a senhora desconhece. Assim como a senhora, eu já fui marxista – e dos fanáticos!Brigava com colegas da faculdade no final dos 80 e início dos anos 90 para ver seu projeto de poder realizado. Caminhei ao lado daquele seu amigo que gosta de uma cachacinha e costuma ser fotografado com livros de cabeça para baixo. Conversei pessoalmente com o “poeta do sêmen derramado” que agora governa o Rio Grande do Sul.Não tinha ideia correta daquilo que havia acontecido no Brasil entre 1964 e 1985. Imaginava, como a senhora quer fazer parecer até hoje, que tudo estava indo bem até que militares malvados que não tinham nada para fazer decidiram, com ajuda dos americanos, derrubar o governo brasileiro.
Estamos numa ditadura Marxista? Não sabia. Se o fosse você por este texto já estaria em algum “porão” ou comendo capim pela raiz. Preconceito a um dos políticos mais brilhantes do século 21(dito por diversas Universidades que lhes concederam o Título de Dr.Honoris Causa) As mortes e torturas da Ditadura segundo este “gênio” foram tão somente “pesadelos” das famílias das vítimas
Eu só me dei conta, presidente, de quem Lula, a senhora e seu partido-religião representavam quando comecei a trabalhar com a gente de vocês aqui em Porto Alegre a partir de 98.Duvido que eu estivesse mal preparado, sabe? Eu já tinha feito 6 anos de faculdade, um ano de residência em pediatria, um de medicina interna e dois de cardiologia.Gostaria que a senhora visse em que lugar seus “cumpanheros” aqui dos pampas me colocaram para trabalhar... Imagino a senhora doente naquelas condições de segurança, higiene, espaço e administração que a ralé do PT do Rio Grande do Sul nos ofereceu. Quem inventou os hospitais sem condições para trabalho foi o PT
A senhora tem ideia de como deve se sentir um médico ao ter seu estágio probatório avaliado por técnicos de enfermagem?A senhora sabe o que é receber, depois de tudo que se estudou na vida, ordens de enfermeiras, presidente? Em nome de quê?
Em nome de um delírio chamado “democratização da gestão”? Em nome de um absurdo chamado “controle social”?
Não analiso as condições dos Hospitais do RS porque desconheço a realidade de lá. Mas, sabemos que a gestão dos Hospitais é de competência dos Estados, os recursos vão e muito( É só vê no site do Min. Saúde). Quanto a ser “mandado” por enfermeiras, é puro PRECONCEITO, ora os Hospitais só devem ser geridos por médicos ou por quem tem competência pra isso?
A senhora tem alguma noção de quantas pessoas eu vi morrerem depois que esse seu partido de assassinos e mensaleiros terminaram com o resto da rede hospitalar brasileira “aparelhando” a gestão dela com uma legião de analfabetos, recalcados, alcoólatras e incompetentes, que por oferecer uma parte de seu salário ao PT, passaram a dar ordens a homens e mulheres com capacidade de salvar vidas?
Os Hospitais do Brasil são administrados pelo PT? Quantos Estados o PT Governa?
No mínimo é um daqueles Incompetentes que só tem “deplomas” e na prática é uma VERGONHA.
Mas por favor, não fique ofendida comigo, presidente, de certa forma essa carta é um agradecimento, sabe? Formado há quase 20 anos, eu nunca havia visto os médicos brasileiros tão unidos quanto agora. É mais um mérito seu e desse seu partido: promover a maior humilhação que os médicos de um país sofreram até hoje!
A senhora não tem vergonha de apelar para uma ditadura bananeira, um país que mata, tortura, prende e vigia seus próprios cidadãos, para fornecer médicos para o SEU próprio povo? A senhora é brasileira, ou não, presidente Dilma? Se não tem vergonha da medicina do seu país, tenha pelo menos do seu povo!
A senhora nasceu aqui e a primeira pessoa que lhe viu foi provavelmente um médico do Brasil. Provavelmente vai ser algum colega, intensivista como sou hoje, quem vai estar ao seu lado no último momento e mesmo assim a senhora quer chamar médicos cubanos para enganar nossa gente pobre e doente a ponto de garantir sua reeleição? Quem lhe deu esse conselho, presidente Dilma? Identifique por favor, um por um, os médicos que lhe cercam e sugeriram semelhante idéia! A senhora e eu já conhecemos alguns, não é? Vamos apresentar os demais ao Conselho Federal de Medicina, ou não?
Presidente Dilma, até bandidos e prostitutas se ofendem quando tem seu território e ganha pão ameaçados. Nós somos médicos, nós salvamos vidas e não vamos permitir que uma profissão cuja origem se perde no tempo seja levada ao fundo do poço por um partido como o da senhora com o argumento de que estamos sendo corporativistas e o Brasil está sem médicos.
Deus lhe proteja na batalha que vai enfrentar conosco, presidente. Se a senhora for ferida vai precisar ser atendida por um médico – e eu duvido muito que ele fale português.
TODA ESTA CONVERSA FIADA É FÁCIL DE CONSTESTAR ATRAVÉS DE DUAS PERGUNTAS: OS MÉDICOS BRASILEIROS FORAM PROIBIDOS DE INSCREVER-SE NA SELEÇÃO DO MAIS MÉDICOS? O DIGNÍSSIMO SENHOR FEZ SUA INSCRIÇÃO?
Claro que a elite médica brasileira não se inscreveu, pois não iriam trabalhar nos RINCÕES do Brasil e sentir o cheiro do POVO.
Porto Alegre/RS
Milton Simon Pires
Respostas de:
Garanhuns-PE
Augusto Souto
Nordestino com muito Orgulho

Com 50 milhões de endividados, governo estimula mais crédito; entenda

Nesta quarta-feira (20), o “Jornal Nacional” fez uma reportagem sobre o elevado grau de endividamento dos brasileiros. Segundo pesquisa, mais de 50 milhões de pessoas devem e não conseguem pagar todas as suas contas. Isso representa algo em torno de 40% dos brasileiros adultos. “O país nunca teve tanta gente nessa situação antes”, afirmou o colunista Rodrigo Constantino no site da ‘Veja’.
Também no JN, foi divulgada a decisão do Banco Central de tomar novas medidas para estimular o crédito em até R$ 25 bilhões. Os bancos poderão reduzir a parcela dos depósitos que precisa ficar retida como reserva de segurança do sistema financeiro. E também poderão diminuir as reservas obrigatórias específicas contra calotes. No mês passado, o BC tinha anunciado medidas semelhantes.
“De um lado, temos famílias cada vez mais endividadas e incapazes de chegar ao final do mês sem dever alguma coisa. Do outro, temos um governo que, por só pensar nas próximas eleições chegando, decide estimular ainda mais o crédito no país no afã de produzir um tiquinho mais de crescimento artificial para reduzir a sensação – legítima – de crise, em uma economia estagnada e com elevada inflação”, disse Rodrigo Constantino.

Em seu comentário, Rodrigo ainda afirma que a decisão do BC é uma irresponsabilidade e que o preço futuro será cobrado com “juros e correção monetária daqueles que, hoje, caem no canto da ‘sereia’, ou seja, Dilma Rousseff”. (Verdade Gospel)