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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Comentário de hoje do Jornalista Luiz Carlos Prates - 18.09.14

DIVÓRCIO JÁ!

Tenho uma história para contar, uma história que me irritou muito. Quando digo história, você sabe que vou contar um fato. Fato é sempre uma realidade. Antes de dizer desse fato, quero antes dizer que considero crime “quase” imperdoável certas palavras, citações, numa briga entre marido e mulher. Nem digo briga, digo uma discussãozinha de nada, quase inconsequente, ele ou ela fez uma tolice qualquer. E nessa discussão, um deles diz ao outro: – “É, de fato, a fruta não cai longe do pé, a tua mãe é igualzinha”. Quem quer que diga isso ao meio de uma discussão merece divórcio, na hora. Que vá ser insensível na casa do demo… Isso nunca se diz, a discussão não envolvia o pai ou a mãe dele ou dela. Divórcio já.
O fato que me irritou, dia destes, estava na Folha, sempre deixo passar alguns dias para tratar de certos casos. O tal fato envolvia uma jovem mulher, 34 anos, milionária, segundo dizia a notícia. Ela foi presa em flagrante roubando brincos numa joalheria. Que fique claro, ela é milionária, não precisa roubar. A cleptomania, todavia, não cuida de quem a sofre, se é pobre ou rica a pessoa. Quando é cleptomania mesmo, mania de furtar, o tratamento é muito difícil.
Até aqui nada demais, afinal, cleptomania existe e é mais significativa na personalidade de pessoas ricas, pessoas que, grosso modo, não precisam furtar ou roubar para ter o que desejam. Minha irritação veio de o jornal ter citado o nome do pai da moça, grande empresário, dono de uma rede de churrascarias.
Por que citar o pai? Ah, para deixar claro de quem se tratava! Isso não se faz, o pai foi citado sem necessidade. Quanto à ladrona, (é ladrona mesmo, ladra é forma verbal, logo, errada…) seu pecado maior foi ter enxovalhado o nome do pai, descumprindo o mandamento de “honrar pai e mãe”. Os filhos não se podem esquecer desse “mandamento”. E os jornalistas que mandem bala nos que estão fora da lei, não em quem está em casa, sem culpas, não, pelo menos, nesses casos psiquiátricos. Respeito faz bem à saúde!

GOSTO

O escritor americano Charles Bukowsky dizia que – “O mau gosto faz mais milionários que o bom gosto”. E ele não se estava referindo à qualidade da programação de auditório das tevês brasileiras. Nessas, quanto pior a qualidade, mais audiência. É que o percentual dos telespectadores que não sabe pensar, que não tem gosto e que não pode entender qualquer mensagem ou diversão que exija um mínimo de qualidade na cabeça vai às estrelas. O americano tinha razão… Baixado o nível, elevam-se as audiências, os Ibopes…

AMOR

Do mesmo Charles Bukowsky esta outra frase: – “A gente ama o de que precisa, ama o que faz a gente se sentir bem, ama o conveniente”. Na mosca. Nós amamos a nós mesmos, só a nós mesmos. A pessoa que nos ganha o amor é porque ela nos dá prazer, nos faz preencher um vazio. Não existe amor por ninguém, só por nós mesmos. Verdade é um remédio muito amargo… O filho do vizinho é mais bonito, mais educado, mais inteligente, mais tudo, mas não o amo. Não é m“eu” filho. Somos uns farsantes do amor. E amor, mais das vezes, é também um preenchimento de necessidade de ordem inconsciente. Freud na turma!

FALTA DIZER


Presta atenção, anota e põe na carteira: – “Os teus medos não impedem a morte, impedem a vida”. Além disso, como dizia o cangaceiro Lampião, teu medo não te preserva do “destino”. Ousa e vive! Ah, aqui e agora! (Luiz Carlos Prates)

Com Dilma, desigualdade cresceu pela primeira vez desde 2001


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GARANHUNS: durante caminhada política mulher foi esfaqueada

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

APAGUE A LUZ

Agora é assim. Se alguém do povo pegar um bandido e lhe der uma sova, ai desse alguém. Não pode. Bandido pode fazer o que bem entende, é um pobre, um desamparado da vida, um sacrificado da sociedade das elites, isso e mais aquilo, é o que dizem pilantras da falsa bondade e esquerdopatas.
Você vira a página do jornal e dá de cara com a notícia que conta de um ser abjeto que jogou um gato do 10° andar, pôs as imagens do crime hediondo nas odiosas redes sociais e as imagens viram um baita “sucesso”? O que dizer desses ordinários todos? E assim andamos, em marcha acelerada para trás. Ai de quem erga a voz em nome da decência, do respeito e em favor de duras, devidas e “inesquecíveis” lições que devem ser dadas aos bandidos…
A polícia só é respeitada quando alguém se vê na condição de vítima e chama por ela. Fora disso, há um grito coletivo de vagabundos contra as ações policiais. Bandido pode matar policial, policial nem para se defender pode atirar em bandido…
Em sala de aula, transtornados mentais de seis, sete, dez anos podem fazer o que bem entendem para desaforar, constranger ou agredir professoras, nada lhes pode ser feito. No Rio Grande do Sul, sob governos “vermelhos”, chegaram ao ponto de encaminhar projeto que visa a acabar com qualquer tipo de punição a aluno vagabundo, desordeiro e até mesmo agressor de sala de aula. Nada pode ou deve ser feito aos “pobrezinhos” menores de idade. Até quando o Brasil vai dormir no abismo moral e da tolerância elástica com bandidos e delinquentes de todas as idades e graus de perversidade?
Sobre a indispensável reforma moral por que precisamos passar ninguém fala, é careta, tira votos e deixa a pessoa indignada com pecha de louca. Ela vai se incomodar, ora já se viu pedir Ordem e Progresso, Educação Moral e Cívica e ferro nos bandidos, ora já se viu! Os decentes já estão arrumando o passaporte; e o bilhete de despedida está pronto: O último, por favor, apague a luz. A esperança agoniza!
ELAS
Muitas mulheres são incorrigíveis. Apanham, por exemplo, do “bermudão”, não dão queixa na delegacia ou, quando o fazem, mais tarde se desdizem, perdoam, mentem que foi equívoco a denúncia. Acabo de ler sobre um “pai”, interior gaúcho, que chegou em casa bêbado e fumando, pegou o filho de um ano no colo, a mulher o criticou por estar bêbado e fumando, o cara ficou furioso e jogou a criança contra a parede. Vieram os vizinhos, um bafafá, polícia e tudo o mais. Na delegacia, a “esposa” – para defender o vagabundo – disse que ele teve um desmaio e que por isso a criança caiu… Que bisca! E será que ela mesma já não foi jogada contra a parede? Ordinária.
FRASE
Peguei-a da minha caixa de sapatos, esta frase: – “As aparências são a alma exterior”. Discutível. Alguém muito bem apresentado por fora pode ser uma trapaça por dentro, a aparência de fora é um artifício de que a pessoa se vale inconscientemente para não desesperar de si mesma. Já um desalinhado da aparência bem que pode ser um justo, um iluminado por dentro, afinal, Cristo não nasceu num estábulo? Além disso, já não disseram que as aparências enganam?
FALTA DIZER
Estava furioso da vida, tudo me parecia muito amargo, azedo, frustrante. Fui ao banheiro e voltei bem mais calmo após me ver no espelho. Vi cara a cara o artífice das minhas encrencas, frustrações, desânimo e derrotas. Faz bem ver e lembrar sempre do vilão… (Luiz Carlos Prates)

COMENTÁRIO DO JORNALISTA LUIZ CARLOS PRATES: ELES SÃO BRASILEIROS

A fome do Brasil é uma mentira da FAO, dirigida por um petista

A FAO — órgão da ONU para a agricultura e alimentação — divulgou um relatório segundo o qual 3,4 milhões de pessoas ainda passam fome no Brasil: 1,7% da população. Não contesto. Talvez seja verdade. O diretor-geral da FAO é o petista José Graziano, ex-ministro de Lula, um dos mentores do Fome Zero e seu primeiro — e único — comandante. O que chama a atenção no relatório é outra coisa — ou duas outras coisas. Comecemos pela mais levinha.
Os petistas adoram dar sumiço em pobre e esfomeado mudando o critério de avaliação. Nunca antes na história deste país e deste mundo um partido usou tão bem a estatística para melhorar a realidade desde que isso seja do seu interesse. Em 2013, a FAO concluiu que 7% dos brasileiros passavam fome. Aí se passou a considerar as refeições servidas fora de casa, como restaurantes populares e merenda escolar, e pimba! Os 7% viraram 1,7%. Com mais uma “mudança de critério”, pode-se chegar a zero, certo?
A piada do relatório é o elogio da FAO ao… Fome Zero, que vem a ser, oram vejam, justamente aquele programa pelo qual Graziano era responsável no Brasil e que nunca saiu do papel. Sim, o doutor mete lá um elogio em boca própria e exalta o que nunca existiu.
Como vocês devem se lembrar e noticiei aqui tantas vezes, Lula era contra os programas de transferência de renda. Achava que era esmola. Queria acabar com todos para emplacar o seu “Fome Zero”. Em outubro de 2003, convencido do desastre da sua proposta (mas sem dar o braço a torcer), fez o quê? Reuniu todos os programas de renda que herdou de FHC — e que já atingiam 5 milhões de famílias — num só e criou um nome fantasia: “Bolsa Família”.
Abaixo, vocês podem ler, mais uma vez, trecho do discurso em que Lula tratava como esmola o Bolsa Família, acrescentando que o programa deixava o pobre preguiçoso, e trecho da Medida Provisória, de 20 de outubro de 2003, que trata do Bolsa Família (depois convertida na Lei 10.183). Vale dizer: 10 meses depois de criado, o Fome Zero ia para o vinagre. Mas Graziano decidiu usar a ONU para exaltar a sua não obra.

TRECHO DO DISCURSO DE LULA DE 9 DE ABRIL DE 2003 EM QUE ELE DIZ QUE BOLSA FAMÍLIA DEIXA O POBRE PREGUIÇOSO

Eu, um dia desses, Ciro [Gomes, ministro da Integração Nacional], estava em Cabedelo, na Paraíba, e tinha um encontro com os trabalhadores rurais, Manoel Serra [presidente da Contag - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura], e um deles falava assim para mim: “Lula, sabe o que está acontecendo aqui, na nossa região? O povo está acostumado a receber muita coisa de favor. Antigamente, quando chovia, o povo logo corria para plantar o seu feijão, o seu milho, a sua macaxeira, porque ele sabia que ia colher, alguns meses depois. E, agora, tem gente que já não quer mais isso porque fica esperando o ‘vale-isso’, o ‘vale-aquilo’, as coisas que o Governo criou para dar para as pessoas”. Acho que isso não contribui com as reformas estruturais que o Brasil precisa ter para que as pessoas possam viver condignamente, às custas do seu trabalho. Eu sempre disse que não há nada mais digno para um homem e para uma mulher do que levantar de manhã, trabalhar e, no final do mês ou no final da colheita, poder comer às custas do seu trabalho, às custas daquilo que produziu, às custas daquilo que plantou. Isso é o que dá dignidade. Isso é o que faz as pessoas andarem de cabeça erguida. Isso é o que faz as pessoas aprenderem a escolher melhor quem é seu candidato a vereador, a prefeito, a deputado, a senador, a governador, a presidente da República. Isso é o que motiva as pessoas a quererem aprender um pouco mais.

TRECHO DA MEDIDA PROVISÓRIA EM QUE LULA SURRUPIA PARA SI TODOS OS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA DO GOVERNO FHC (REPAREM NAS DATAS)


(…) programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação - “Bolsa Escola”, instituído pela Lei n.° 10.219, de 11 de abril de 2001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação - PNAA, criado pela Lei n.° 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Saúde – “Bolsa Alimentação”, instituído pela medida provisória n.° 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto n.° 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto n.° 3.877, de 24 de julho de 2001. (Do Blog do Professor Rafael Brasil/Reinaldo Azevedo)

Justiça Eleitoral: Dilma é a campeã de punições entre candidatos

Desde que começou oficialmente a campanha, a Justiça Eleitoral tem aplicado uma punição a cada três dias, em média, a candidatos à Presidência da República por propaganda eleitoral irregular. Foram 23 até segunda-feira (15). A presidente Dilma Rousseff(Foto), candidata à reeleição, foi quem mais sofreu sanções até agora. A coligação de Dilma tinha sofrido até segunda-feira 17 decisões desfavoráveis por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na sequência, aparecem seus dois principais adversários, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), respectivamente. Aécio recebeu cinco punições e Marina, uma.
Todos os casos se referem a ilegalidades cometidas na propaganda eleitoral no rádio, na TV ou na internet. Por enquanto, as punições foram em caráter liminar e no sentido de suspender ou exigir a correção de comerciais, panfletos e programas no horário eleitoral. Não houve a aplicação de multas.
As campanhas de Dilma e Aécio são as que mais recorrem à Justiça para contestar a conduta dos adversários. Dilma foi a mais acionada até o momento. As mais recentes sanções arbitradas contra ela foram em resposta a pedidos da campanha de Aécio por inserções veiculadas no horário eleitoral.
Visita a posto de saúde
Em uma delas, a Justiça determinou que fosse retirada do ar a propaganda em que a campanha de Dilma referia-se a Aécio e seus apoiadores como “desesperados”. “Agora que terminou o programa dos desesperados, vai começar o programa de quem tem propostas para o Brasil seguir mudando para melhor”, dizia a propaganda, exibida no início deste mês no rádio.
O TSE também entendeu que também feriu a lei eleitoral uma visita que Dilma fez a um posto de Saúde em Guarulhos (SP) para falar com médicos do programa Mais Médicos e que foi usada no programa eleitoral.
Aécio foi punido recentemente pelo uso no rádio, TV e internet da hashtag #vempraurna, slogan de uma campanha da Justiça Eleitoral. A campanha de Dilma argumentou que a utilização poderia “promover confusão no eleitor entre a campanha institucional da Justiça Eleitoral e a do candidato”, e a campanha tucana teve que tirar do ar as propagandas.
No início deste mês, Aécio também foi punido pelo conteúdo veiculado no horário eleitoral no rádio contra Dilma. “E vem aí a propaganda do PT. Ah, na propaganda do PT o Brasil está maravilhoso. Só que na vida real… A inflação está aí, e, pra piorar, agora o Brasil está em recessão. É. Mas, como foi esse governo da Dilma e do PT que deixou isso tudo acontecer, acho que eles não vão querer falar da vida real, não”, dizia a propaganda.
O ministro Herman Benjamin decidiu que o conteúdo teria de ser retirado do ar porque “um dos pecados mortais da propaganda eleitoral, que deve ser coibido e sancionado com máximo rigor, é confundir, em vez de informar e esclarecer, o eleitor, tanto mais se para tanto o candidato, partido ou coligação utilizar simulação ou artifício assemelhado, mesmo por omissão, para enganar ou induzir o destinatário em erro”.

Uso de site pessoal em campanha

A coligação de Marina Silva, mesmo considerando o período em que o candidato era Eduardo Campos, foi punida uma única vez até agora por veicular no horário eleitoral um site pessoal da presidenciável como sendo o site da campanha e também mencionar a Rede Sustentabilidade como se fosse um partido.
“Assevera-se que a REDE não pode ser considerada uma agremiação partidária, já que o Tribunal Superior Eleitoral ainda não reconheceu os requisitos necessários para a sua regular constituição”, alegaram os advogados de Dilma.

Marina tentou, nos últimos dias, obter direitos de resposta contra os adversários por propagandas na TV, mas todos os pedidos foram indeferidos. Aécio e Dilma têm as maiores estruturas de campanha na área jurídica. (O Globo)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

QUASE UMA LARGATIXA

Acabei de ver e ouvir uma notícia na televisão. E a exemplo de uma lagartixa, subi pelas paredes. Subi de ira, não vou dizer de ódio, seria muito forte. Era a história de um vagabundo, mau filho.
Vamos lá e vamos por partes. Faz de conta que um filho diga: – Meu pai não vale nada! Não? Engole. – Minha mãe é uma ordinária! Ah, é? Engole. Filhos têm que honrar o “mandamento”, um mandamento mais antigo que a mais antiga das igrejas. Honrar pai e mãe é “mandamento” tão velho quanto o primeiro filho sobre a terra… E mesmo que os pais sejam uns safados de uma figa, honrar pai e mãe, não lhes manchar o nome nem sob tortura.
Agora o fato. Aconteceu em São Paulo, pelo que me lembro da notícia. Um vagabundo, 17 anos, assaltou passageiros de um ônibus, ele e outro ordinário. Foram pegados com os bolsos cheios de celulares, levados para a delegacia, menores que eram, os pais foram chamados. E aí começou a grande cena.
O pai e a mãe do ordinário algemado e virado contra a parede, surtaram. Gritava com ele se aquilo era coisa de se fazer, assaltar. – Onde está a educação que te dei, o exemplo de dignidade e decência que eu e tua mãe te demos? E o delinquente nem piava. O pai estava transtornado com a “surpresa” de ver o filho preso por assalto. Eu o entendi, o entendi perfeitamente. De fato, existe dessas coisas, dessas de pai e mãe esfolarem-se pelos filhos, dar-lhe a melhor educação possível, educá-lo pelos exemplos de casa e… nada. Filhos quando nascem para ser safados, o serão.
Os filhos precisam lembrar todos os dias que não manchar o nome dos pais, não lhes dar sobressaltos, incômodos, é obrigação de “mandamento”. Obrigação, tu estás ouvindo, rapaz? Obrigação, estás ouvindo, rapariga? Acho bom, muito bom.

LIÇÕES

Quantas e quantas vezes os pais são bons e os filhos saem uns safados? Quantas vezes os pais não valem nada e os filhos saem uns santos? É bem assim, e até acho bom que seja assim, de outro modo, teríamos as aristocracias genéticas ou culturais, ainda bem… Mas que fique claro, os pais têm que se virar do avesso para educar os filhos, e os filhos têm que roer unhas para não desapontar os pais. Se há um “mandamento” de honrar pai e mãe deve haver também um “mandamento” que conscientize os pais a pisar em ovos para educar bem os filhos. E assim, a tendência é de que todos sejam felizes, tanto quanto possível na condição humana.

HISTÓRICO

Quando um governo não faz no primeiro mandato, não o fará no segundo. Isso tem testemunhos históricos; ademais, depois do segundo ano do segundo mandato, o governante está ajeitando a escada para o sucessor, não faz mais nada. Logo, reeleger nem a pau, Juvenal. Quem busca a reeleição, sempre, incondicionalmente, é quem quer mais para si mesmo e para os seus. Quem quer fazer bem à comunidade que entre para uma ONG ou filie-se como voluntário na Cruz Vermelha…

FALTA DIZER


Uma reunião de trabalho e rotina – ou um seminário, treinamento – na empresa? Ouça os funcionários que demonstram interesse em participar, não force ninguém, reconheça os que só vão forçados, anote esses no seu caderninho. E na primeira oportunidade, mande-os pastar, opa, quis dizer passear, demita-os. Lugar de vagabundo não é dentro de uma empresa que oferece oportunidades para crescer e ser… 
(Luiz Carlos Prates)

Comentário do jornalista Carlos Prates de hoje - 16.09.14

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CRISTOFOBIA... AÍ PODE, NÉ?

Violência assustadora no Brasil:Criminosos abandonam pertences de Dom Orani Tempesta após o roubo

Os três criminosos que roubaram objetos pessoais do cardeal Dom Orani Tempesta quando ele saía da residência Assunção, no Sumaré, na Zona Norte do Rio, nesta segunda-feira (15), se arrependeram e abandonaram o material na rua após a fuga.
O cardeal tinha acabado de celebrar uma missa e seguia pela estrada do Sumaré rumo à Rádio Catedral, na Glória, para participar de um debate. Menos de dois quilômetros depois de sair da residência Assunção, o carro foi interceptado pelos criminosos.
A ação aconteceu por volta das 20h30. O vigia que estava em uma guarita viu o momento em que um carro prata subiu a estrada e depois desceu com os vidros fechados, música alta e em alta velocidade.
“Por volta de umas 20h30 passou um carro prata, seguindo em direção à casa do arcebispo e logo em seguida, o rapaz veio para a gente aqui, dizendo que tinha sido assaltado e que o arcebispo tinha sido assaltado também”, contou o segurança.
Os assaltantes estavam armados. Segundo um assessor da Arquidiocese, eles reconheceram Dom Orani, pediram desculpas e depois fizeram o roubo. Eles levaram a caneta, o telefone, a cruz e o anel de cardeal que o arcebispo usava.
O motorista e um fotógrafo que estavam no carro também tiveram os pertences roubados. Os criminosos levaram até a batina do seminarista que acompanhava o grupo. Mesmo depois do susto, Dom Orani seguiu direto para o encontro onde era esperado.
Alguns quilômetros depois, os assaltantes acabaram decidindo abandonar os objetos pela rua.

O material foi encontrado pela polícia e devolvido logo depois, inclusive o cordão e o anel do cardeal. (G1)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

AS LEIS DOS PATIFES

Será mesmo que para subirmos na vida precisamos de máscaras, boas máscaras? Parece que sim, e também depende de que tipo de “escada” que desejamos subir. Há muitas escadas na vida, algumas de fato são difíceis, exigem “talentos” especiais, tipo, por exemplo, uma formidável cara de pau…
Se você está achando que vou falar de política quase acertou. Vou andar por perto. Queres ver uma coisa que me incomoda? É a prática maquiavélica de fingir, de mentir, de teatralizar virtudes para enganar os paspalhos. E quem são os paspalhos? Ora bolas, os eleitores, é claro; também podem ser os consumidores, os clientes de qualquer empresa, produtos ou serviços… É o que mais há.
Veja, por exemplo, esta “lei” que é proposta no livro As 48 Leis do Poder, um livro de excelente qualidade para quem está aprendendo a ser patife ou já é patife, mas quer se manter por longo tempo no “patifado”. A lei diz assim: – “Se você deseja poder, ponha imediatamente a honestidade de lado e comece a treinar a arte de dissimular suas intenções”. Queres patifaria mais refinada? Dizer a verdade tira votos, deixa a pessoa sem jeito, antipática, um fracasso, enfim. Dissimule, esconda suas intenções, minta e serás um sucesso; em qualquer lugar, no clube, no partido, na igreja, no sindicato, no condomínio, no meio da rua… Minta, dissimule. É um “mandamento” das 48 Leis do Poder.
E o que você me diz desta outra: – “Parecer que está acreditando no que você mesmo diz dá um grande peso às suas palavras”. Quer dizer, não apenas minta, mas minta fazendo teatro, fingindo crer nas enganações que você mesmo diz. Os pacóvios por perto vão acreditar cegamente. E assim segue o livro, contando velhas verdades que de sobejo as raposas do galinheiro político sabem de cor e salteado. E os otários dos eleitores aqui do lado de fora do circo acreditando. Credo, que nojo! Mas quem manda serem paspalhos, os eleitores?

FALAS

Quem ouve esses trovadores de falácias falando pode acreditar, afinal, eles são – estonteantemente maioria – artistas do repente mentiroso. Falam de “Justiça Social” e não dizem que justiça social se faz com vergonha na cara e trabalho. Para eles, justiça social se faz tirando dos que dão duro para distribuir aos vagabundos esquerdopatas. Outros molambentos falam em Alternativa Socialista e também “esquecem” que socialismo é palavra de andarilhos da vida… Encurtando a conversa, esquerdistas, preguem a vergonha na cara, o trabalho e a democracia capitalista. E aí, vai dar certo. O resto é tentativa de golpe e assalto à bolsa de quem trabalha.

FRASE

A frase estava esquecida no meio de um dos meus livros. É do tempo de Pedro Álvares Cabral, só pode. Diz assim: – “Quando você para de correr atrás de desejos, encontra tudo dentro de si mesmo”! Gracinha! O diacho é que a nossa regra humana, regra da infelicidade, é correr atrás do que não temos e não querer o que temos. Lutar por ter ou ter melhor é uma coisa, viver infeliz pensando em quem tem mais é estupidez dos infelizes. Por onde você anda?…

FALTA DIZER


Muitos dizem e eu discordo: – “Há duas coisas às quais temos que nos habituar, sob pena de acharmos a vida insuportável – os danos provocados pelo tempo e as injustiças feitas pelo ser humano”. Discordo, já disse. O tempo o enfrentamos com os encantamentos de novas paixões, e as injustiças com mais e mais sucesso pessoal. Pronto, matamos os que nos fazem injustiças com a inveja que vão sentir de nós… (Luiz Prates)

Comentário do Jornalista Luiz Carlos Prates